É curioso
como revivemos momentos de dor em toda sua potencialidade.
Lembramos
de cada instante, de cada ação, reação, palavra.
Nos
torturamos imaginando um " e se ", desacreditando por alguns momentos
da sabedoria e justiça divina.
Nossas
dores são nossas lições de casa.
Não podemos
pedir para outro fazer.
Acho até
que lido "bem" com a dor, mas isso não me impede de senti-la.
Hoje estou
com ela, mas tirando todo o proveito que ela puder me trazer.
Vejo a dor
como uma gripe, um resfriado.
Não deixo
de ser quem sou por conta dela.
Mas
preciso cuidar direitinho para que não volte.
Não estou
triste. Apenas "resfriada".
Daqui a
pouco passa. Eu sei.(Escrito em 01.07.14)
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